
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Natal Feliz!!Solidário da FAMA

Faça o natal de uma criança feliz!!!
Intenção: Ajudar uma creche de crianças carente,com doação de alimentos não perecéveis,roupas,leite e brinquedos.
Ídeia:Criar um jogo educativo,no qual, conforme a pessoa fosse acertando as respostas; jutariam pontos para ser trocados por canetas,camisas,bottons e outros objetos da campanha,e mais um cartão fidelidade.
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Flash
Adobe Flash, é um software primariamente de gráfico vetorial - apesar de suportar imagens bitmap e vídeos - utilizado geralmente para a criação de animações interativas que funcionam embarcadas num navegador web. O produto era desenvolvido e comercializado pela macromedia, empresa especializada em desenvolver programas que auxiliam o processo de criação de páginas web.
Costuma-se chamar apenas de flash os arquivos gerados pelo Adobe Flash, ou seja, a animação em si. Eles podem ser visualizados em uma página web usando um navegador que o suporta (geralmente com plug-in especial) ou através do Flash Player, que é um leve aplicativo somente-leitura distribuído gratuitamente pela Adobe. Os arquivos feitos em Flash são comumente utilizados para propaganda animada (banners) em páginas web, mas evidentemente não limitando-se a isso, pois existem diversos jogos e apresentações dos mais variados tipos utilizando a tecnologia.
Em versões recentes (a partir da 5), a Macromedia expandiu a utilização do Flash para além de simples animações, mas também para uma ferramenta de desenvolvimento de aplicações completas. Isso graças aos avanços na linguagem Action Script, que é a linguagem de programação utilizada em aplicações de arquivos flashes (.swf). A terceira versão desta linguagem acaba de ser lançada, tornando mais fácil e rápido criar aplicações para web, além de contar com recursos bem mais poderosos.
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
A nova era da convergência
A cada dia que se passa, a tecnologia vai aumentando mais e mais. Os especialistas acreditam que a velha convergência era a simples união de aparelhos como o celular com máquina fotográfica, e a nova convergência é o Protocolo da Internet ou IP (Internet Protocol).
Eles fazem uma "comparação" do ontem com o hoje, como antigamente o celular não tinha tantos recursos como tem hoje, como por exemplo: existem celular hoje em dia com câmera de 2 megapixels, agora vieram as redes wi-fi que permite o acesso de celulares e de computadores à web, com velocidaedes altas.
Acreditamos que essa nova era da convergência só tem a somar em nossas vidas, com essa praticidade toda que existe atualmente, não precisamos nem sair de casa para resolver nossos problemas. Hoje, tudo se faz pela internet, pagar contas, se comunicar com alguém que está em outro país e até mesmo estudar pela internet, através de aulas pela web cam. Ultimamente lançaram o IPHONE, que é um celular que não tem as teclas, ele é todo digital e necessita apenas dos toques dos dedos na tela para funcionar. Com tanta tecnologia assim, em breve teremos tudo digital ao nosso redor.
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Globo satiriza briga pela vice-liderança nacional

Emissora publica anúncio dizendo que tanto Record quanto SBT estão longe de alcançar sua liderança
Para esquentar ainda mais a 'guerra' pela audiência iniciada na semana passada, quando a Rede Record (clique aqui) e, posteriormente, o SBT (veja aqui), decidiram veicular anúncios intitulando-se os vice-líderes no ranking nacional de emissoras televisivas, a Rede Globo decidiu entrar na briga nesse último domingo, 23.Em um anúncio de mídia impressa de página inteira, a emissora carioca satiriza a disputa pela vice-liderança travada entre as concorrentes e reproduz os anúncios feitos pela Record e pelo SBT, dizendo que ambas ainda estão bem distantes de alcançá-la na pontuação da audiência. As frases do anúncio - desenvolvido pela agência W/Brasil - reforçam a liderança da Rede Globo. "É emissora R para cá, é emissora B para lá.O fato é que a soma das duas não chega nem perto da emissora tamanho G".Para embasar sua afirmação, a Globo publicou uma tabela, com dados do Ibope Telereport PNT, do último mês de agosto, que mostra os programas de maior audiência da televisão nacional. De acordo com tais dados, os vinte primeiros programas da lista fazem parte da programação da Rede Globo.O principal objetivo da emissora é afirmar sua posição e esclarecer o público acerca dos índices de audiência. A peça foi veiculada nos principais jornais do País do último domingo e também estarão presentes na próxima edição das revistas semanais de grande circulação. A emissora pode veicular novos anúncios do gênero, de acordo com o desenrolar da disputa do podium televisivo nacional.
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Google lança programa de anúncios em celulares

Google lança programa de anúncios em celulares
De olho no mercado publicitário em celulares, o Google lançou o programa de anúncios ‘AdSense for Mobile’. O sistema direciona links patrocinados pelo Google para conteúdo de sites móveis. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil. A plataforma vai se integrar ao programa AdWords, oferecido pelo Google para celulares e smartphones. Desde a metade do ano passado, usuários testavam o sistema que oferece palavras-chave gratuitas para atrair anunciantes. Segundo a empresa, o ‘AdSense for Mobile’ é a primeira opção para proprietários de sites móveis que desejam ganhar com as páginas. A nova plataforma está disponível nos Estados Unidos, Inglaterra, China, Japão, Espanha, França, Alemanha, Itália, Irlanda, Rússia, Holanda e Austrália. O investimento do Google em publicidade móvel já era esperado por especialistas. De acordo com pesquisa do Kelsey Group, o segmento de buscas realizadas em celulares crescerá de US$ 33,2 milhões em 2007 para 1,2 bilhões de dólares em 2012. O estudo revela que os serviços de mapas e GPS em celulares também ajudarão a aquecer o mercado publicitário.
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Gisele Bündchen só veste água em nova campanha da Grendene

A top model brasileira nº 1 do mundo já desfilou em Los Angeles e nos sambódromos, visitou uma tribo indígena e saiu de lá inteira tatuada. Tudo isso calçando sua Ipanema Gisele Bündchen, sandálias da Grendene assinadas pela modelo. Desta vez, a marca volta a inovar e aprova uma campanha “na fé”, adjudicando-se ao talento da W/Brasil, responsável pela criação e concepção da empreitada.“Temos de dar o crédito ao anunciante, que confiou em nós quando dissemos que iríamos fazer uma campanha na qual a Gisele estaria nua, mas vestida de água (nos anúncios), e que faríamos a água falar (no comercial)”, conta Rui Branquinho, co-presidente da agência e diretor de criação da campanha.
A W/Brasil buscou novamente surpreender, ao contrário de simplesmente relacionar a modelo à marca. “As campanhas feitas com a Gisele de vez em quando são ‘apenas’ ela”, afirma, “o que não é pouco”, complementa sabiamente, “mas é a coisa mais fácil do mundo. Queríamos – como em todas as participações dela para a Grendene – que tivesse algo a mais e que se diferenciasse das campanhas usuais”, explica Branquinho
Com isso em mente, Branquinho e Celso Alfieri (diretor de arte da W) surgiram com o tema “Ipanema Gisele Bündchen G2B. Porque a Terra é azul”, com forte apelo à preservação dos recursos hídricos e à conscientização dos mesmos. Em 2006, a Grendene e a top apoiaram a causa das águas, por meio do programa Y Ikatu Xingu (do Instituto Socioambiental – ISA), que defende a preservação da bacia hidrográfica do rio Xingu
A água como tema já não é algo muito novo. E talvez por isso seja difícil reinventar o assunto e torná-lo atraente ao público. Ainda mais intrincado é fazer com que o tópico se equipare à imagem de Gisele, algo quase impossível. Mas é fato que a dupla de criação da W/Brasil conseguiu, no mínimo, nivelar as duas mensagens.
Para tanto, a água teve de falar e de vestir. No filme, produzido pela Conspiração e dirigido pelo renomado Andrucha Waddington, uma máquina criada pelo artista alemão Julius Popp faz com que trilhares de gotas transformem-se em palavras desenhadas pela água, à medida que jorram do alto e caem no solo. Palavras como “vida”, “beleza”, “pense”, “preserve”, “respeite” e o mapa do Brasil aparecem em gotas de chuva como se caíssem do céu.
É o primeiro comercial em que Popp expõe a sua instalação de arte para o mundo. “Ele ficou meio ressabiado por fazer um filme no Brasil e ter de trazer todo o equipamento para cá, mas acabou aceitando”, conta Alfieri. “Foi a combinação perfeita, porque a Gisele faz nas peças o que mais sabe: posar e desfilar”, completa.Um detalhe: toda a água utilizada na produção do filme foi reaproveitada – no final da gravação, a água serviu para a limpeza e lavagem do estúdio e também para a irrigação das plantas dos jardins. A cada nova seqüência, a mesma água era reutilizada graças ao mecanismo da tecnologia da máquina de Popp, denominada Bit.fall. Não há sequer um efeito de computador nas filmagens
Nas peças impressas, Gisele aparece elegantemente adornada apenas por um vestido feito inteiramente de água. Na execução dos anúncios, a top foi fotografada em Nova Iorque – de biquíni – em diversas poses, por Paulo Vainer. No Brasil, uma outra modelo com características semelhantes foi clicada por Ricardo Zuffo ao mesmo tempo em que baldes d´água eram despejados e lançados sobre seu corpo. O trabalho de composição levou seis meses, a partir da técnica de sobrepor a água do corpo da modelo ao corpo de Gisele. “Não é muito tempo se considerarmos o nível de detalhamento dos anúncios”, pontua Alfieri, que deixou a cargo do próprio Zuffo e sua equipe o trabalho da composição da imagem final. “Se fizéssemos tudo aqui seria preciso mais seis meses e teríamos de parar todos os outros trabalhos da agência, devido à complexidade do projeto, que demanda o uso de dezenas de computadores ao mesmo tempo”, completa.O filme tem versões de 60 e 30 segundos e será veiculado pela primeira vez no intervalo do Fantástico, no próximo domingo, 16 de setembro. O trabalho impresso entra em divulgação a partir de 26 de setembro, composto por três imagens da modelo, a assinatura da campanha, os novos modelos da sandália e os projetos apoiados pela empresa. E, no rodapé da peça, a frase: “Gisele Bündchen e Ipanema apóiam a causa das águas através de diferentes programas de conservação e preservação”. A agência criou também pôsteres que serão encartados nas revistas Caras e Veja.
terça-feira, 18 de setembro de 2007
PÉ DE ANJO
Campanha pelo Consumo Responsável de Bebidas Alcoólicas Prêmio “Um Brinde à Saúde!”

O Instituto Cultural Barong, organização não-governamental que atua nas áreas de saúde sexual e reprodutiva e a REDE CE – Rede Brasileira de Promoção de Informações e Disponibilização da Contracepção de Emergência coordenam o 1º Prêmio “Um Brinde à Saúde!”, destinado aos estudantes das áreas de comunicação, publicidade e designer gráfico. O concurso tem a proposta de incentivar os futuros profissionais para açõessocialmente responsáveis.
Informações : www.umbrindeasaude.org.br
domingo, 16 de setembro de 2007
Senado e Câmara discutem futuro das comunicações
Conferência apresentará propostas para nova política de convergência tecnológica
Entre segunda e quarta-feira da próxima semana (17 a 19), o senado e a câmara realizam, em Brasília, a Conferência Nacional Preparatória de Comunicações. Com o tema "Uma Nova Política para a Convergência Tecnológica e o Futuro das Comunicações", o debate abordará os aspectos técnicos do uso das novas tecnologias de comunicação e as políticas que devem ser adotadas para que as comunicações convergentes não sejam um privilégio de poucos. Os debates contarão com a participação de parlamentares, autoridades do Executivo, setor público, sociedade e mercado. As sessões abordarão também temas como infra-estrutura e serviços de telecomunicações; rádio e TV digital; telefonia fixa e móvel; Internet; modelos de gestão de redes; fusões e consolidações de empresas; produção de conteúdo; tecnologias sem fio; gestão do espectro de radiofreqüência, desenvolvimento e produção industrial, e outros. a conferência está dividida em sete painéis: "Políticas de Comunicação no Ambiente de Convergência Tecnológica", "Políticas de Comunicação: Presente e Futuro", Políticas para os Novos Serviços e a Competitividade nas Telecomunicações", "A Radiodifusão: Rádio e TV Digital" e "Políticas para a Produção e Distribuição de Conteúdo no Cenário da Convergência Tecnológica". A programação completa pode ser vista no link do evento.
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
Aumenta o poder de compras das crianças latino americanas

Um estudo realizado pela empresa britânica TNS, líder mundial no segmento de pesquisas customizadas, detectou nos últimos anos um crescimento expressivo no poder de compra das crianças latino-americanas. Realizado em cinco países – Brasil, Argentina, Chile, Guatemala e México – com mães e filhos de até nove anos, o levantamento qualitativo constatou que esse movimento está diretamente relacionado às mudanças estruturais das famílias da região, como a maior participação da mulher no mercado do trabalho e o aumento do número de mães solteiras e provedoras da família. Outros fatores que justificam essa tendência são as facilidades de acesso das crianças à tecnologia e à informação.As crianças de hoje, segundo a pesquisa, têm um perfil bem diferente das que nasceram na década de 90. Elas começam a ter noções de conceitos como pobreza, riqueza e dinheiro e revelam preocupação com o aquecimento global e as ações predatórias da natureza, indícios de que serão consumidores mais conscientes no futuro. Em contrapartida, são hedonistas, ou seja, acompanham a tendência de comportamento dos adultos, seguindo um estilo de vida voltado para os prazeres individuais.Cada vez mais expostas a estímulos de marketing e, portanto, melhor informadas sobre o universo do consumo, elas interferem não apenas na escolha de produtos a elas destinados, mas também elegem categorias e marcas posicionadas para o segmento adulto. “Atualmente o que está fazendo toda a diferença é que as marcas se comunicam com as crianças sem a mediação de um adulto, especialmente em categorias em que a criança conta com alto poder de decisão e legitimidade para pedir. Isto é possível à medida que o surgimento de novas tecnologias de informação e de comunicação (PC, DVD, celulares etc) ocupam novos espaços targetizados”, observa Ivani Rossi, diretora de planejamento da TNS InterScience, subsidiária brasileira da empresa britânica, em comunicado enviado à imprensa.Há quatro anos monitorando o comportamento de compra de crianças e adolescentes, a TNS InterScience constatou, em estudo feito em 2005, que 42% desse público influenciavam fortemente as compras familiares. Em 2006, esse percentual saltou para 52%. “O consumidor do futuro será mais exigente, sofisticado e seletivo, o que deve ser levado em conta por empresas que desejam aumentar o seu market share”, enfatiza Ivani.O valor do dinheiroEmbora conscientes do valor do dinheiro, os pequenos ainda não controlam diretamente o “bolso” da família, mas são altamente influenciadores do processo de compra. Nas entrevistas com as crianças latino-americanas, observou-se que mesmo as mais novas, de apenas três anos de idade, já entendem o valor do dinheiro e têm uma noção muito clara que ele representa um meio de troca.Os menores, de três a seis anos, não têm noção de caro/barato, são altamente impulsivos e usam o dinheiro para comprar jogos e doces. Os de sete a nove anos sabem o que é caro/barato, planejam, calculam, negociam e utilizam o dinheiro para comprar roupas de marca, mp3, celulares e jogos eletrônicos. Eles percebem o impacto das marcas e também conhecem e se interessam por categorias destinadas a outros segmentos da população. Se os desejos variam de acordo com idade e a classe social, é consenso, entretanto, que independentemente da condição econômica, todos têm consciência de sua força para a realização de suas vontades, exercendo seu poder ditatorial para conseguirem o que querem.Mães “culpadas” compram maisOs pais, especialmente os separados e as mães que trabalham fora, são os que mais cedem aos apelos dos filhos, movidos principalmente pelo sentimento de culpa. As mães que participaram do estudo disseram ceder aos desejos dos filhos para garantir o bom comportamento, apesar de se esforçarem para comprar produtos saudáveis, funcionais e mais baratos. Muitas delas disseram satisfazer as vontades dos filhos como forma de evitar conflitos, uma vez que mães modernas adotam táticas de controle mais flexíveis, como o diálogo e a negociação em vez de aplicar outras formas de castigo.As mães geralmente decidem o consumo em função de valores nutricionais, saúde, oferta, duração, utilidade, preço e imagem da marca. Já a escolha dos filhos recai sobre critérios mais subjetivos, como gosto, emoção e imagem da marca, percebidas como diversão, moda e aceitação. Entre as categorias de produtos aprovados pelas mães estão os alimentos — iogurtes, cereais, pão, chocolate em pó, sopas, produtos congelados (hambúrguer), laticínios e gelatinas. Entre os que elas podem negociar destacam-se as frituras (batatas), doces, chocolates, jogos, jogos eletrônicos, DVDs, celulares e cosméticos. Na lista dos rechaçados incluem-se os produtos light, bebidas energéticas e refrescos de cola.
Saudades de você, Peter Pan
André Muhle
Quanto mais velho eu fico, mais saudades tenho de quando era criança.
Quanto mais velho eu fico, mais saudades tenho de quando era criança.
Saudades das coisas bestas, que são sempre as que doem mais.
De quando jurava que havia um funcionário anão dentro do caixa eletrônico.
De quando palavrão era "Caracas" ou sua sonora derivação "Carácolis!"
De quando acreditava que havia uma lua e um sol para cada cidade.
De quando inconstitucionalissimamente era a maior palavra do mundo.
De quando minha mãe deixava eu abrir o yakult no meio do supermercado.
Deus sabe como queria passar por isso de novo. Não do mesmo jeito, claro.
Dessa vez daria uma atenção especial às coisas antes sem importância.
Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.
Ai que saudade daquele tempo.
Saudade onde tudo era tão bom.
Saudades onde a paz reinava em nossos corações.
Saudade de sair de casa escondido da mãe.
Saudade de brincar na rua sem ter medo de nada.
Saudade de tudo, da minha boa e velha infância.
Tempos esses que não voltam mais.
Tempos em que fui feliz e não sabia.
Tempo aquele em que fui muito feliz.
Hoje sou feliz, mais como da saudade daquela época boa.
Há saudade que me dá saudade...
Sentir saudade ao contrário é colocar a carroça na frente dos bois, a prorrogação antes do tempo normal, o amém antes do em nome do pai.
É o rapaz que na véspera de sua amada partir, fica em casa chorando.
Ao invés de aproveitar os últimos instantes ao lado da pessoa querida.
Mas pensando bem, não é algo tão difícil assim de se entender.
Porque sinceramente, acho que nada deve doer tanto quando a consciência de se dar o último beijo, o último abraço ou fazer a última declaração de amor.
Kallyne Ramalho de Melo
De quando jurava que havia um funcionário anão dentro do caixa eletrônico.
De quando palavrão era "Caracas" ou sua sonora derivação "Carácolis!"
De quando acreditava que havia uma lua e um sol para cada cidade.
De quando inconstitucionalissimamente era a maior palavra do mundo.
De quando minha mãe deixava eu abrir o yakult no meio do supermercado.
Deus sabe como queria passar por isso de novo. Não do mesmo jeito, claro.
Dessa vez daria uma atenção especial às coisas antes sem importância.
Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.
Ai que saudade daquele tempo.
Saudade onde tudo era tão bom.
Saudades onde a paz reinava em nossos corações.
Saudade de sair de casa escondido da mãe.
Saudade de brincar na rua sem ter medo de nada.
Saudade de tudo, da minha boa e velha infância.
Tempos esses que não voltam mais.
Tempos em que fui feliz e não sabia.
Tempo aquele em que fui muito feliz.
Hoje sou feliz, mais como da saudade daquela época boa.
Há saudade que me dá saudade...
Sentir saudade ao contrário é colocar a carroça na frente dos bois, a prorrogação antes do tempo normal, o amém antes do em nome do pai.
É o rapaz que na véspera de sua amada partir, fica em casa chorando.
Ao invés de aproveitar os últimos instantes ao lado da pessoa querida.
Mas pensando bem, não é algo tão difícil assim de se entender.
Porque sinceramente, acho que nada deve doer tanto quando a consciência de se dar o último beijo, o último abraço ou fazer a última declaração de amor.
Kallyne Ramalho de Melo
terça-feira, 11 de setembro de 2007
"Gelo" e "Lata" são os novos da F/Nazca para Skol

A F/Nazca coloca no ar dois novos filmes da série “Skol. Tá na roda? Tá redondo”. O primeiro, “Gelo”, mostra dois grupos de amigos, um formado apenas por mulheres e outro por homens, no caixa do supermercado. O grupo dos rapazes compra caixas de Skol, enquanto das meninas levam o gelo. Um dos homens fala para o grupo feminino: “Acho que a gente combina, hein? Temos que juntar essa turma aí”. Uma delas responde com ar de ironia: “Ah, tá bom”.
A próxima cena revela que as moças trabalham em uma feira, na barraca de peixe. O rapaz confessa: ”Não era bem o que a gente esperava, mas pelo menos a Skol tá gelada”. Em seguida, uma freguesa olha os peixes e pergunta: “Tem namorado?”. Quando a garota responde que não, os rapazes brindam e comemoram.
O segundo, intitulado "Lata", mostra um grupo de rapazes que não desgruda da latinha de Skol nem mesmo para ir ao banheiro durante uma balada. Eles começam a conversar, mas é quase impossível entender o que dizem porque eles seguram a lata de cerveja na boca. Uma legenda é colocada no vídeo para traduzir o papo, mas nem isso é suficiente para esclarecer a conversa da rapaziada. Somente algumas palavras são reveladas. Antes de sair do banheiro, os amigos, ao se cumprimentarem, param o gesto e repetem em coro: “Vai lavar essa mão!”.
A próxima cena revela que as moças trabalham em uma feira, na barraca de peixe. O rapaz confessa: ”Não era bem o que a gente esperava, mas pelo menos a Skol tá gelada”. Em seguida, uma freguesa olha os peixes e pergunta: “Tem namorado?”. Quando a garota responde que não, os rapazes brindam e comemoram.
O segundo, intitulado "Lata", mostra um grupo de rapazes que não desgruda da latinha de Skol nem mesmo para ir ao banheiro durante uma balada. Eles começam a conversar, mas é quase impossível entender o que dizem porque eles seguram a lata de cerveja na boca. Uma legenda é colocada no vídeo para traduzir o papo, mas nem isso é suficiente para esclarecer a conversa da rapaziada. Somente algumas palavras são reveladas. Antes de sair do banheiro, os amigos, ao se cumprimentarem, param o gesto e repetem em coro: “Vai lavar essa mão!”.
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Faixa Promocional

Muito legal esta ação para o Shopping Curitiba, criada pela OpusMúltipla. Na hora me lembrei da intervenção urbana realizada no início do ano em Porto Alegre (RS). Faixas de pedestres apareceram do dia para a noite repintadas como códigos de barras.
Fiquei pensando se a intervenção de Porto Alegre serviu como inspiração para a agência. Afinal, uma das fontes preferidas de quem faz propaganda – seja lá em que mídia for – é a arte por oferecer referências e inspirações de qualidade. Se foi o caso, ponto para a agência que soube aproveitar muito bem uma sacada artística.
agência: OpusMúltipla
redação: Diego Pianaro
direção de arte: Cintya Reese
direção de criação: Renato Cavalher
Pichação high tech

Olha que legal esta ação interativa com o consumidor. A pessoa conecta o celular ao LCD instalado em locais públicos via bluetooth. Usando os cursores de navegação do aparelho, ela faz o seu grafite na tela – a interface simula uma lata de spray.
A ação promove as raízes e a admiração que a marca Ecko Unltd. tem pelo grafite. Genial.advertising school: Design Factory International, Germany
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
O publicitario é você

Algumas da melhores propagandas de empresas estão sendo criadas por internautas. DE GRAÇA.
Um aparelho de som surge na tela. De repente, o equipamento se transforma numa televisão de plasma. Logo depois, a TV se torna um noteebook, que vira uma câmera digital e, por fim, um videogame portátil. A seqüência de mutações é sucedida por uma mensagem publicitária da Sony, que encerra o comercial de TV. Seria uma propaganda como outra qualquer, não fosse por um detalhe: ela não foi feita por uma agência de propaganda.
O comercial foi obra de um consumidor comum, o adolescente americano Tyson Ibele, de 18 anos. Ele trabalha num pequeno estúdio de animações caseiras em Minneapolis, nos Estados Unidos, e criou o anúncio porque quis - sem ganhar um centavo por isso. Ibele filmou os produtos como se a câmera voasse sobre eles. Escolheu a trilha sonora futurista e o visual do comercial, que lembra o do filme Matrix. Quando terminou o trabalho, mostrou o vídeo a um amigo, que o colocou na internet. Foi o suficiente para tornar Ibele uma pequena celebridade.
Em poucos dias, o comercial caseiro foi eleito pelos internautas americanos como o melhor anúncio da Sony deste ano. Há gente até que defende sua inscrição no festival de publicidade de Cannes, o mais prestigiado do mundo. Oficialmente, a Sony louvou a atitude do internauta, mas não utilizou a peça em sua campanha.
O jovem americano pode não saber, mas ele foi pioneiro de uma tendência que promete explodir nos próximos anos: a publicidade colaborativa. Trata-se do mesmo conceito que fez da Wiikipédia um dos maiores sucessos da internet - transformar os próprios leito- leitores em editores de conteúdo. Mais que uma iniciativa independente de alguns surfistas da web, esse tipo de publicidade vem atraindo a atenção de algumas empresas. Elas perceberam o potencial do chamado marketing viral da internet. Viral porque alguns vídeos, músicas ou sites se disseminam tão rapidamente como vírus. As pessoas vêem, se empolgam e enviam as outras. Já há casos de empresas que apostam mais na criatividade dos internautas que nas agências de publicidade tradicionais.
A Procter & Gamble desenvolveu o site When She's Hot (Quando Ela É Quente, em português) para promover uma marca de desodorante. A página da internet possui um software que permite ao visitante editar cenas pré-filmadas - que mostram uma mulher em trajes sumários dançando numa boate - e montar um vídeo de sua autoria.
A Nokia ergueu um quiosque no aeroporto de Lisboa que fotografa quem pára em frente a um celular com câmera. Caso a pessoa autorize, a imagem vai parar num outdoor. No Brasil, a publicidade colaborativa ainda é pequena no entanto a campanha de verão da skol, fez com que milhares de internautas brasileiros, fizessem vídeos caseiros com suas histórias de verões, disponível na febre do you tobe, como foi a idéia bem sucedida da F/Nazca, agencia publicitária que criou a campanha para a cervejaria brasileira.
"Num mundo em que os blogs são cada vez mais comuns, o YouTube é um sucesso e os internautas não param de trocar músicas e vídeos pela internet, o conceito de colaboração tende a contaminar as empresas", disse Colin Deccker, diretor de criação da empresa americana Current TV; ao site de tecnologia CNet. "Era uma questão de tempo essa onda chegar à propaganda”.
Propaganda de graça parece ser um excelente negócio para qualquer empresa. Mas as mensagens nem sempre são as melhores. No caso da Volkswagen, não foi. Um comercial amador que circulou na internet continha uma mensagem preconceituosa: mostrava um terrorista com uma bomba num carro Pólo. Ele explodia, o carro resistia.
Há três meses, a General Motors convocou seus clientes nos EUA a criar um comercial pela internet para a picape Chevy Tahoe. Recebeu centenas de contribuições. Mas, junto com elas, dezenas de xingamentos contra os utilitários que vende. Ainda é cedo para medir o impacto da propaganda colaborativa no mercado publicitário. Mas o conceito já desperta reações. "Não consigo imaginar um diretor de criação que fique feliz com isso", disse Greg Stuart, um dos principais executivos do Interactive Addvertising Bureau, órgão de propaganda on-line dos EUA.
O comercial foi obra de um consumidor comum, o adolescente americano Tyson Ibele, de 18 anos. Ele trabalha num pequeno estúdio de animações caseiras em Minneapolis, nos Estados Unidos, e criou o anúncio porque quis - sem ganhar um centavo por isso. Ibele filmou os produtos como se a câmera voasse sobre eles. Escolheu a trilha sonora futurista e o visual do comercial, que lembra o do filme Matrix. Quando terminou o trabalho, mostrou o vídeo a um amigo, que o colocou na internet. Foi o suficiente para tornar Ibele uma pequena celebridade.
Em poucos dias, o comercial caseiro foi eleito pelos internautas americanos como o melhor anúncio da Sony deste ano. Há gente até que defende sua inscrição no festival de publicidade de Cannes, o mais prestigiado do mundo. Oficialmente, a Sony louvou a atitude do internauta, mas não utilizou a peça em sua campanha.
O jovem americano pode não saber, mas ele foi pioneiro de uma tendência que promete explodir nos próximos anos: a publicidade colaborativa. Trata-se do mesmo conceito que fez da Wiikipédia um dos maiores sucessos da internet - transformar os próprios leito- leitores em editores de conteúdo. Mais que uma iniciativa independente de alguns surfistas da web, esse tipo de publicidade vem atraindo a atenção de algumas empresas. Elas perceberam o potencial do chamado marketing viral da internet. Viral porque alguns vídeos, músicas ou sites se disseminam tão rapidamente como vírus. As pessoas vêem, se empolgam e enviam as outras. Já há casos de empresas que apostam mais na criatividade dos internautas que nas agências de publicidade tradicionais.
A Procter & Gamble desenvolveu o site When She's Hot (Quando Ela É Quente, em português) para promover uma marca de desodorante. A página da internet possui um software que permite ao visitante editar cenas pré-filmadas - que mostram uma mulher em trajes sumários dançando numa boate - e montar um vídeo de sua autoria.
A Nokia ergueu um quiosque no aeroporto de Lisboa que fotografa quem pára em frente a um celular com câmera. Caso a pessoa autorize, a imagem vai parar num outdoor. No Brasil, a publicidade colaborativa ainda é pequena no entanto a campanha de verão da skol, fez com que milhares de internautas brasileiros, fizessem vídeos caseiros com suas histórias de verões, disponível na febre do you tobe, como foi a idéia bem sucedida da F/Nazca, agencia publicitária que criou a campanha para a cervejaria brasileira.
"Num mundo em que os blogs são cada vez mais comuns, o YouTube é um sucesso e os internautas não param de trocar músicas e vídeos pela internet, o conceito de colaboração tende a contaminar as empresas", disse Colin Deccker, diretor de criação da empresa americana Current TV; ao site de tecnologia CNet. "Era uma questão de tempo essa onda chegar à propaganda”.
Propaganda de graça parece ser um excelente negócio para qualquer empresa. Mas as mensagens nem sempre são as melhores. No caso da Volkswagen, não foi. Um comercial amador que circulou na internet continha uma mensagem preconceituosa: mostrava um terrorista com uma bomba num carro Pólo. Ele explodia, o carro resistia.
Há três meses, a General Motors convocou seus clientes nos EUA a criar um comercial pela internet para a picape Chevy Tahoe. Recebeu centenas de contribuições. Mas, junto com elas, dezenas de xingamentos contra os utilitários que vende. Ainda é cedo para medir o impacto da propaganda colaborativa no mercado publicitário. Mas o conceito já desperta reações. "Não consigo imaginar um diretor de criação que fique feliz com isso", disse Greg Stuart, um dos principais executivos do Interactive Addvertising Bureau, órgão de propaganda on-line dos EUA.
domingo, 2 de setembro de 2007
Tecnologia revoluciona curso oferecido a distância
Aulas em universo virtual e pelo celular são novas alternativas de ensino
Apesar de o material impresso ser a principal plataforma utilizada na EAD (educação a distância), ele vem perdendo espaço para outras mídias. Hoje o e-Learning está presente em 56% dos cursos, e a videoconferência, em 20,8% deles. Em compasso de interatividade instantânea, aulas pelo celular e cursos no Second Life, ambiente virtual que reproduz o mundo real, surgem como opções para os estudantes.O Senac São Paulo é uma das instituições que têm se lançado ao desenvolvimento dessas ferramentas. A partir deste mês, a escola promete oferecer ensino a distância no Second Life."Avatares" (personagens) poderão interagir com o tutor do curso por chat ou vídeo, fazer download de materiais e tirar dúvidas em tempo real."A EAD terá um futuro mais próximo da realidade humana. Hoje, as plataformas são bidimensionais, o Second Life é tridimensional", diz Sidney Latorre, gerente de TI do Senac. A instituição entrará no universo paralelo para, a princípio, oferecer cursos voltados para a administração do próprio ambiente virtual, como os de criação de objetos. A intenção, destaca Latorre, é expandir a ferramenta, usando-a também nos cursos a distância oferecidos pela escola.
Pelo celular Além do Second Life, outro instrumento da moda foi incorporado às aulas à distância: o celular. Já é possível, com um "smartphone" (aparelho celular que utiliza o programa Windows) receber aulas interativas de cerca de 15 minutos. Batizado de "m-learning" (ou "aprendizado móvel"), o programa é adaptado para sair da tela tradicional de 14 polegadas para uma de 4 polegadas. "É um sistema complementar para aquele público-alvo que não está ligado constantemente ao computador, mas precisa receber treinamento", explica Alex Augusto, CEO da Ciatech, uma das companhias que formatam essa tecnologia. Alcance Já voltadas para as gerações que surgem conectadas, empresas brasileiras estão se lançando no desenvolvimento de plataformas mais interativas, ligadas a tecnologias de ponta. Para Fábio Sanches, coordenador do Abraead (Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância), não há limite para a oferta de EAD. "Com certeza a educação a distância será cada vez mais mediada pela tecnologia." Ele completa, porém, dizendo não ser estranho que a maior parte das aulas ainda se sustente na mídia impressa. "No Brasil, o computador e a banda larga não chegam sequer a 20% da população", aponta. Além disso, o grande usuário da EAD no Brasil está na faixa dos 30 ou 40 anos, majoritariamente. Não é a geração que nasceu usando a tecnologia."
Pelo celular Além do Second Life, outro instrumento da moda foi incorporado às aulas à distância: o celular. Já é possível, com um "smartphone" (aparelho celular que utiliza o programa Windows) receber aulas interativas de cerca de 15 minutos. Batizado de "m-learning" (ou "aprendizado móvel"), o programa é adaptado para sair da tela tradicional de 14 polegadas para uma de 4 polegadas. "É um sistema complementar para aquele público-alvo que não está ligado constantemente ao computador, mas precisa receber treinamento", explica Alex Augusto, CEO da Ciatech, uma das companhias que formatam essa tecnologia. Alcance Já voltadas para as gerações que surgem conectadas, empresas brasileiras estão se lançando no desenvolvimento de plataformas mais interativas, ligadas a tecnologias de ponta. Para Fábio Sanches, coordenador do Abraead (Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância), não há limite para a oferta de EAD. "Com certeza a educação a distância será cada vez mais mediada pela tecnologia." Ele completa, porém, dizendo não ser estranho que a maior parte das aulas ainda se sustente na mídia impressa. "No Brasil, o computador e a banda larga não chegam sequer a 20% da população", aponta. Além disso, o grande usuário da EAD no Brasil está na faixa dos 30 ou 40 anos, majoritariamente. Não é a geração que nasceu usando a tecnologia."
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
Havaianas "invade" nordeste brasileiro

AlmapBBDO cria campanha composta por cartazes, backlights, e ponto de ônibus
A partir de setembro e até dezembro, a AlmapBBDO vai invadir o nordeste do País com peças de mobiliário urbano multicoloridas para divulgar o modelo Havaianas High. A região é responsável por mais de 25% do volume de vendas das sandálias no Brasil. A campanha é composta por cartazes, backlights e pontos de ônibus que mostram páginas de livros em três dimensões virando cenário para as sandálias mais altas da marca. Nestes cenários, as Havaianas High vão aparecer nas ruas de capitais nordestinas envoltas por flores, borboletas e o Sol, que é a marca da região. As peças serão instaladas em Natal, João Pessoa e Fortaleza. Já Recife recebe a campanha a partir de outubro A direção de criação é de Marcello Serpa. A criação é de Gustavo Victorino.
Second Life se transforma em plataforma de ensino
Universidade de Pernambuco (UPE) leva sala de aula para o mundo virtual. Maior vantagem da ferramenta é proporcionar interação entre alunos e professores de qualquer lugar do mundo
Imagine assistir a uma aula de graduação na frente do seu computador representado por um avatar da plataforma virtual Second Life. Imaginou? Então pode começar a achar que essa alternativa está se tornando bastante real – e cada vez mais próxima. Foi o que provou uma aula da disciplina de Gerenciamento empresarial, da Faculdade de Ciências da Administração (FCAP) da Universidade de Pernambuco (UPE). No último dia 20, uma aula da graduação foi realizada online, com os alunos e professores representados por personagens em 3D.
De acordo com o professor da disciplina e idealizador do encontro via internet, Otto Farias, a aula reuniu 22 alunos que cursam o 9º período de administração. “Discutimos um caso sobre a relação entre a motivação e a excelência de serviços”, contou o organizador.
Ele diz que preferiu a aula online para os alunos perceberem algumas dificuldades: “Para usar o Second Life, é necessário um conhecimento mínimo em inglês e informática. Além do conteúdo normal, quero mostrar na prática como essas duas ferramentas são importantes no mundo atual”, explica Farias. Com camisas da universidade, os estudantes se reuniram na Ilha Recife, em uma sala especialmente preparada para a ocasião.
O idealizador do encontro aponta outras vantagens da experiência. “Estamos negociando a participação de um professor de uma universidade do Rio Grande do Sul e outro de uma instituição de Cascais, em Portugal. Se não fosse pelo Second Life, isso dificilmente aconteceria”, conta Otto.
Ele também comentou o porquê da escolha da plataforma virtual para os encontros: “Com os avatares, temos uma percepção visual de nós mesmos, enquanto que por messenger e Skype, que poderiam ser alternativas, isso não acontece. Assim, a aula fica menos monótona”.
Para a professora da Faculdade de Igarassu (Facig) e doutoranda da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Valquíria Castelo Branco, iniciativas como o uso do Second Life na educação estão se tornando comuns. “Já existem cerca de 16 universidades no Brasil com esse tipo de projeto”, diz a docente, enquanto prepara sua tese sobre a aprendizagem em plataformas virtuais: “É uma forma de interagir que oferece muitas ferramentas úteis em aulas, como chats e conversas via voz. Mas ainda é preciso aprimorar alguns recursos”, destaca.
De acordo com o professor da disciplina e idealizador do encontro via internet, Otto Farias, a aula reuniu 22 alunos que cursam o 9º período de administração. “Discutimos um caso sobre a relação entre a motivação e a excelência de serviços”, contou o organizador.
Ele diz que preferiu a aula online para os alunos perceberem algumas dificuldades: “Para usar o Second Life, é necessário um conhecimento mínimo em inglês e informática. Além do conteúdo normal, quero mostrar na prática como essas duas ferramentas são importantes no mundo atual”, explica Farias. Com camisas da universidade, os estudantes se reuniram na Ilha Recife, em uma sala especialmente preparada para a ocasião.
O idealizador do encontro aponta outras vantagens da experiência. “Estamos negociando a participação de um professor de uma universidade do Rio Grande do Sul e outro de uma instituição de Cascais, em Portugal. Se não fosse pelo Second Life, isso dificilmente aconteceria”, conta Otto.
Ele também comentou o porquê da escolha da plataforma virtual para os encontros: “Com os avatares, temos uma percepção visual de nós mesmos, enquanto que por messenger e Skype, que poderiam ser alternativas, isso não acontece. Assim, a aula fica menos monótona”.
Para a professora da Faculdade de Igarassu (Facig) e doutoranda da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Valquíria Castelo Branco, iniciativas como o uso do Second Life na educação estão se tornando comuns. “Já existem cerca de 16 universidades no Brasil com esse tipo de projeto”, diz a docente, enquanto prepara sua tese sobre a aprendizagem em plataformas virtuais: “É uma forma de interagir que oferece muitas ferramentas úteis em aulas, como chats e conversas via voz. Mas ainda é preciso aprimorar alguns recursos”, destaca.
WEB 2.0
Outra iniciativa que busca implementar a educação através do Second Life é a Cidade do Conhecimento 2.0, versão virtual da cidade do conhecimento, projeto de pesquisas da Universidade de São Paulo (USP).
De acordo com o professor Gilson Schwartz, responsável pela iniciativa, o objetivo é realizar cursos, debates e capacitações. Em parceria com a IG e a Kaisen Games, a USP instalou a cidade em uma área sem fins lucrativos do mundo virtual, estando assim isenta de impostos e de aluguel.
O espaço servirá também como incubadora de projetos 3D, usados para experiências educacionais. “Queremos seguir o exemplo do Porto Digital daí do Recife, que sabe fazer muito bem esse tipo de trabalho”, diz Schwartz. Seis instituições de ensino superior já apóiam a idéia.
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Skol aposta em portal com conteúdo para público jovem

Projeto desenvolvido pela Garage tem nove canais divididos em ações de entretenimento realizadas pela marca, eventos e campanhas
Estréia nesta quarta-feira, 29, o Portal Skol, desenvolvido pela Garage Interactive Marketing. O principal objetivo da ação é ampliar o relacionamento com o público jovem. Segundo Leonardo Byrro, gerente de produto da Ambev, o projeto comprova a importância da mídia interativa para a marca. "O público jovem é o principal consumidor de mídia online - temos 32 milhões de usuários no país neste target, uma base sólida para a realização de grandes ações", conta.Byrro explica ainda que a primeira grande aposta em mídia interativa se deu através da parceria com a Microsoft/MSN. O comunicador instantâneo, que tem a maior comunidade do mundo no Brasil, com 30 milhões de usuários, recebeu em dezembro do ano passado um link com conteúdo da marca. "Desta forma queremos aumentar o tráfego no portal e gerar maior visibilidade para nossas ações", salienta o executivo. A parceria vai até o final de 2007, mas segundo ele, deve ser renovada.O site apresenta um carrossel de vinhetas relacionadas a cada um dos conteúdos. Na versão inaugural os internautas terão acesso a nove canais, cada um com um conteúdo específico e perfis diferentes, sejam ações de entretenimento realizadas pela marca, eventos ou campanhas.De acordo com Max Petrucci, sócio da Garage Interactive, o conceito do ambiente é agregar todo o conteúdo da Skol, antes dividido em hotsites. "Estarão presentes até mesmo eventos passados, desde que tenham uma interação bacana, como é o caso do Baile Skol, realizado em junho no Rio de Janeiro", afirma Petrucci. Os quatro eventos simultâneos de vertentes da música negra gerou conteúdo como entrevistas e trechos de shows que poderão ser visualizados pelos visitantes do novo site.A tecnologia é semelhante ao da TV interativa. "O portal reproduz, em parte, o que são as novas interfaces de TV interativa como a Microsoft IPTV. Com a convergência de mídias, cada vez mais teremos a presença desse tipo de interface", ressalta Petrucci.Quanto às expectativas sobre o novo portal, Byrro comenta que o mais importante é fidelizar a base atual de acessos mensais. "Em 2006 recebíamos entre 200 e 250 mil acessos por mês. Em 2007 esse número subiu para 1 milhão", esclarece. Já Petrucci explica que espera consolidar a Skol como marca inovadora também na web, e se apropriar do conteúdo de entretenimento para o público jovem na internet.
O blog novas acha que Apesar do Brasil ainda ter uma péssima inclusão digital, a Web vem "mostrando pra que veio". Achamos que as campanhas na internet são bastante inovadoras e eficientes, além de dar varias possibilidades. Mas o Media tem seu lugar, mas acreditamos na tendência dos consumidores procurarem as marcas, e não a marcas procurarem os consumidores.
Acessem: www.skol.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)




